Banda MP13 por banda MP13.
Formada por amigos que possuem acima de tudo a paixão pela música, a banda MP13 traz consigo a marca do velho Rock n’ Roll, esquecido na última década. A marca daquele velho som de guitarras distorcidas, daquelas velhas letras reflexivas ou contundentes e os vocais graves e melancólicos, hoje banalizadas pelo produtos sintéticos e coloridos comercializados nas Rádios e na TV.
Lançou seu primeiro trabalho entitulado “Sentidos”, com 12 faixas que mostram versatilidade e criatividade, incluindo faixa homônima onde é possível perceber a verdadeira sonoridade da banda.
Em fase de composição de seu novo trabalho, a banda MP13 fomenta sua própria criatividade aliada ao entrosamento e ao objetivo de trazer à tona uma releitura de si mesmos, num mix de criatividade, poesia e paixão.
Mais um encurtador de URL!
Posted by admin in Cultura, Programação, Software Livre on June 27th, 2011
Estava buscando por um encurtador de link alternativo e encontrei o SQIZ.IN. Bem legal! Indico!
Mobilidade e Produtividade com Group-Office
Posted by admin in Software Livre on June 4th, 2011
É comum que muitas empresas procurem soluções para aumentar sua produtividade. Não somente o aumento da produtividade, mas também a diminuição de desperdícios de tempo e recursos, podem definir os players que se manterão fortes no mercado. Para que isso aconteça, é importante sempre ter ferramentas que auxiliem nesse processo. É uma certeza que todos os seus funcionários são responsáveis por isso, então é muito importante que todos tenham total controle sobre o seu dia-a-dia, e o gestor possa ter acesso aos dados gerados por esses funcionários.
Uma ferramenta ótima ferramenta que conheci é o Group-Office. Esta ferramenta lhe dá total controle sobre sua rotina, desde controlando o seu calendário, até o gerenciamento de um projeto, sem falar dos e-mails e do gerenciamento de arquivos.
Para as empresas que necessitam de Mobilidade, o Group-Office possui integração total com Celulares que utilizem ActiveSync, com iPhone e Android.
O Group-Office possuí duas versões, a OpenSource que pode ser baixada gratuitamente e também a versão Professional, que oferece todos os módulos (incluindo o SyncML e o ActiveSync) e tem um custo baixo de aquisição, em relação aos concorrentes, como o Zimbra, por exemplo.
Para conhecer mais sobre o Group-Office acesse: http://www.group-office.com/
Se você gostou do Group-Office mas precisa de consultoria para instalação, entre em contato com o pessoal da Vanilla Bean e peça um orçamento. http://www.vanillabean.com.br/groupoffice/
Dicas de Leitura “Internética”
Dicas de blogs e um portal interessantíssimos, para quem curte bom conteúdo.
http://marcelonunesblog.blogspot.com - Blog do meu amigo pessoal Marcelo Nunes, pintor, músico, já participou por alguns minutos do cinema nacional e hoje trabalha como tradutor.
http://contraversao.com/ - Blog do Raphael Fernandes, editor da Revista Mad. Sempre posta coisas bem interessantes sobre diversos assuntos.
http://cubo3.com.br/ - Da minha amiga Deborah Magnani. Portal com conteúdo interessantíssimo para quem gosta de cinema, música, animação, quadrinhos entre outras coisas.
Não deixem de acompanhar tanto esses blogs, quanto o meu!
Usando 3G da TIM direto via pppd
Posted by admin in Software Livre on May 22nd, 2011
Post rápido, já que não posto nada há tempos. Testei no Ubuntu, mas deve funcionar em outras distros, que usam /etc/ppp como diretório de configuração do pppd.
Crie o arquivo /etc/ppp/peers/tim3g com a seguinte configuração:
user "tim" connect "/usr/sbin/chat -v -V -t15 -f /etc/ppp/tim3g-chat" /dev/ttyUSB3 115200 noipdefault usepeerdns defaultroute noauth
Crie também o arquivo /etc/ppp/tim3g-chat, que é são onde os comandos AT estarão configurados no padrão de discagem do 3G da tim:
'' 'ATZ' 'OK' 'ATQ0 V1 E1 S0=0 &C1 &D2 +FCLASS=0' 'OK' 'AT+CGDCONT=1,"IP","tim.br"' 'OK' 'ATD*99***1#' CONNECT ''
machine# pppd call tim3gPronto! Se quiser compartilhar a internet:
sysctl net.ipv4.ip_forward=1 iptables -t nat -A POSTROUTING -o ppp0 -s SUA_REDE -j MASQUERADE
Slides da minha palestra sobre Arquitetura de serviços de diretório com OpenLDAP pela Locaweb na LinuxCon 2010
Posted by admin in Software Livre on August 31st, 2010
Efetuando Cache de suas consultas LDAP
Posted by admin in Software Livre on May 27th, 2010
Há bastante tempo tenho trabalhado com serviço de diretório, especificamente com o OpenLDAP. Quando criando um novo ambiente, no geral minhas preocupações são: redundância e performance das aplicações. Pensando nisso, sempre procurei manter meu backup em dia e diversos slaves como forma de redundância e para permitir que as aplicações não sofram com problemas de performance for falta de ajustes finos, latência de rede, inacessibilidade ou por questões relacionadas à escalabilidade.
De fato, essa fórmula sempre funcionou como esperado, mas o excesso de réplicas torna o ambiente praticamente inadministrável conforme o número de Slaves aumenta, e é óbvio que queremos que nossa aplicação seja escalável. Em um modelo deste tipo, escalar a aplicação também significa precisar de mais slaves.
A boa notícia é que o OpenLDAP possui um módulo chamado “pcache” que elimina esta necessidade absurda de milhões de réplicas dentro da sua estrutura.
O conceito é simples. Ao invés de replicar todo o diretório, o pcache armazena somente os resultados das pesquisas efetuadas e pelo tempo necessário. Uma consulta que não está em cache é respondida pelo Master (ou Slave, preferívelmente) e a que está em cache é respondida localmente.
Arquitetura com OpenLDAP Proxy Cache
A partir deste ponto, vou mostrar um exemplo de arquitetura física ignorando qualquer melhoria relacionada ao modelo utilizado dentro do diretório. Meu intuito é somente mostrar o funcionamento do “slapo-pcache”.
Exemplo simples de arquitetura :

Como é possível ver, existe a possibilidade de que a própria máquina de aplicação seja o cache. Desta forma a latência de rede já é eliminada pois a consulta é local. Digamos que é possível economizar alguns bons milisegundos (ou até segundos) para cada consulta efetuada. Obviamente, quando iniciar o serviço pela primeira vez, o seu diretório Slave vai receber uma carga maior, mas a curto prazo, essa carga deve diminuir. O Master por sua vez, será somente utilizado para gravações e algumas leituras.
A configuração do “slapo-pcache” é bastante simples, mas é necessário que você saiba exatamente todas os tipo de consultas que serão efetuadas no seu diretório. No geral, sempre sabemos quais queries serão efetuadas, salvo se seu diretório for aberto.
Instalação
A instalação é bem simples. Pode ser instalado através do gerenciador da sua distro, ou pelo conhecido trio “./configure”, “make”, “make install”.
Para o Red Hat, é necessário instalar o pacote openldap-servers-overlays e no caso de haver necessidade do compilação, são necessários os seguintes parâmetros “–backend-ldap” e “–overlay-pcache”.
Configuração
A configuração de um LDAP Cache é muito simples. A cada sessão, irei explicar qual é a função do ítem de configuração
slapd.conf
Primeiramente incluímos todos os “schemas” requeridos pelo diretório, pois caso não existirem, o OpenLDAP não consegue persistir o resultado das consultas, fazendo o cache ser ineficaz.
# Schema files include /etc/openldap/schema/core.schema include /etc/openldap/schema/corba.schema include /etc/openldap/schema/cosine.schema include /etc/openldap/schema/inetorgperson.schema include /etc/openldap/schema/misc.schema include /etc/openldap/schema/mail.schema include /etc/openldap/schema/nis.schema include /etc/openldap/schema/openldap.schema
É necessário carregar o módulo explicitamente. Em algumas distribuições é desnecessário fazer isso. Mas na dúvida, faça.
# modules
moduleload pcacheEstes níveis de log, mostram sobre as consultas efetuadas no diretório. Para saber os outros níveis, verifique a documentação do OpenLDAP.
# log information
loglevel stats stats2Esta é a sessão relacionada aos backends necessários para efetuar o cache. Observe que o Backend primário utilizado aqui é o “ldap”, ou seja, a consulta feita no cache é repassada para as “uri” definidas. O “suffix” precisa ser o mesmo do seu diretório. O “rootdn” pode ser diferente.
database ldap suffix "dc=mydomain,dc=com” uri “ldap://200.x.x.x ldap://200.x.x.y” rootdn "cn=manager,dc=mydomain,dc=com”
Aqui vemos a configuração do Cache. O Overlay pcache está sendo inicializado. Os valores do parâmetro proxycache são, respectivamente: tipo do backend; número de entradas no cache; número de attribute sets; número máximo de entradas; período de “consistency check”.
# slapo-pcache configuration overlay pcache proxycache bdb 100000 2 1000 100
Os “proxyAttrset”, são os attribute sets que serão retornados pelas consultas. No exemplo abaixo, minha consulta de número 0 retorna mailHost e rfc822MailAlias, enquanto minha consulta 1 retorna somente a existência de determinado attributo.
Estes “proxyAttrsets” serão utilizados pelas “proxyTemplates” a fim de consolidar o cache. Neles constam as templates das consultas que serão efetuadas, o id do attribute set e o TTL.
proxyAttrset 0 mailHost rfc822MailAlias proxyAttrset 1 1.1 proxyTemplate (&(uid=)(associatedDomain=)(mailHost=)) 0 3600 proxyTemplate (&(uid=)(associatedDomain=)) 1 3600
E enfim, o tamanho total do cache (preferivelmente o mesmo do cache do overlay), o diretório onde será armazenado o cache e por último, os indexes.
Um ponto importante. Não abuse de indexes, eles são necessários, mas o excesso de índices inúteis podem gerar problemas de performance. Sempre olhe seus logs. Se faltar algum índice, constará em seus logs.
cachesize 100000 directory /var/db/openldap-cache index uid,cn pres,eq index objectClass,associatedDomain,mailHost eq
A configuração do pcache é realmente simples. Uma vez que você sabe exatamente as queries que são feitas no seu diretório, seu cache será eficaz.
Outros tunings podem ser aplicados, mas não no slapd.conf, mas sim no DB_CONFIG no diretório de seu database.
Normalmente para um cache, costumo criar dois segmentos de memória para cache e um número maior de “lockers”, pois em ambientes de alto volume de consultas, um número baixo de “lockers” pode significar gargalo. Também deixo os transaction logs em auto-remove. Como trata-se de um cache, não existe utilidade nenhuma em preservá-los.
DB_CONFIG
set_flags DB_LOG_AUTOREMOVE set_cachesize 0 2073741824 2 set_lk_max_locks 3000 set_lk_max_objects 1500 set_lk_max_lockers 1500
Basicamente, esta é uma configuração padrão para um cache. Como já dito, ele pode rodar diretamente e sua máquina de aplicação ou em separado mas fique atento para não confundir problemas de configuração nos “clients” com problemas de performance do cache. Um bom exemplo, é utilizar seu “base dn” diferente do que foi configurado no server. Todos os índices criados, só funcionarão corretamente se as consultas forem feitas na base correta, caso contrário, você terá problemas gigantes com deadlocks.
Espero que este artigo possa ajudar quando for arquitetar sua próxima instalação. Claro que em ambientes maiores será necessário um número maior de caches e slaves, bem como a redundância de seu Master. Em meu próximo POST sobre LDAP, mostrarei como montar um ambiente com Hot Standby. Até!
Escrevendo um servidor HTTPS em Python
Posted by admin in Programação, Software Livre on May 4th, 2010
Dia desses precisei de um servidor HTTP para implementar algumas funcionalidades que eu precisava. Verificando os que já conhecia, percebi que seria bastente trabalhoso escrever módulos para WebServers como o Lighttpd, Apache ou o Nginx, mesmo apesar deste último ser um pouco mais fácil. Procurei então alguma linguagem interpretada para fazer o que eu precisava.
Pesquisei bastante em Ruby como o fazê-lo, mas não me senti “seduzido” pelas Libs de Ruby que construiam HTTP Servers, e também há aquela velha questão do Ruby ser mono thread. Pesquisei algo relacionado ao Perl mas infelizmente é uma linguagem que não me sinto à vontade para fazer alguma coisa, e sinceramente não gosto muito. No final, acabei escolhendo escrevê-lo em Python, pois devo confessar que existem muitas facilidades devido milhares de modulos embutidos na linguagem em sua instalação padrão.
Uma delas é o BaseHTTPServer, que constrói facilmente um servidor HTTP básico mas extermamente extensível.
O intuito deste POST é mostrar a facilidade com que se constrói um HTTPServer em Python e ainda por cima, adicionar a camada SSL por cima dele.
Escrevendo seu HTTP Server básico com SSL
user@host ~$ vim secureServer.py from BaseHTTPServer import HTTPServer, BaseHTTPRequestHandler import ssl class classHandler(BaseHTTPRequestHandler): pass server_addr = (127.0.0.1, 443) httpd = HTTPServer(server_addr, classHandler) httpd.socket = ssl.wrap_socket(httpd.socket, \ certfile='cert.pem', server_side=True, \ ssl_version=ssl.PROTOCOL_SSLv23) while True: httpd.handle_request()
Viram que simples? Mas para este pequeno protótipo funcionar corretamente, é preciso criar um certificado SSL. Como é somente teste, vou criar um “self signed”.
user@host ~$ openssl req -new -x509 -days 365 -nodes -out cert.pem -keyout cert.pem Generating a 1024 bit RSA private key ..........................................................++++++ .......................++++++ writing new private key to 'cert.pem' ----- You are about to be asked to enter information that will be incorporated into your certificate request. What you are about to enter is what is called a Distinguished Name or a DN. There are quite a few fields but you can leave some blank For some fields there will be a default value, If you enter '.', the field will be left blank. ----- Country Name (2 letter code) [AU]:BR State or Province Name (full name) [Some-State]:São Paulo Locality Name (eg, city) []:SP Organization Name (eg, company) [Internet Widgits Pty Ltd]:Leandro LTDA Organizational Unit Name (eg, section) []:Mail Common Name (eg, YOUR name) []:localhost Email Address []:leandro@localhost
Pronto, agora é só testar com o openssl client.
user@host ~$ openssl s_client -host localhost -port 443 CONNECTED(00000003) depth=0 /C=BR/ST=S\xC3\xA3o Paulo/L=SP/O=Leandro LTDA/OU=Mail/CN=localhost/emailAddress=leandro@localhost verify error:num=18:self signed certificate verify return:1 depth=0 /C=BR/ST=S\xC3\xA3o Paulo/L=SP/O=Leandro LTDA/OU=Mail/CN=localhost/emailAddress=leandro@localhost verify return:1 --- Certificate chain 0 s:/C=BR/ST=S\xC3\xA3o Paulo/L=SP/O=Leandro LTDA/OU=Mail/CN=localhost/emailAddress=leandro@localhost i:/C=BR/ST=S\xC3\xA3o Paulo/L=SP/O=Leandro LTDA/OU=Mail/CN=localhost/emailAddress=leandro@localhost --- Server certificate -----BEGIN CERTIFICATE----- MIIDijCCAvOgAwIBAgIJAKY1XzcnjUW3MA0GCSqGSIb3DQEBBQUAMIGLMQswCQYD VQQGEwJCUjETMBEGA1UECBQKU8OjbyBQYXVsbzELMAkGA1UEBxMCU1AxFTATBgNV BAoTDExlYW5kcm8gTFREQTENMAsGA1UECxMETWFpbDESMBAGA1UEAxMJbG9jYWxo b3N0MSAwHgYJKoZIhvcNAQkBFhFsZWFuZHJvQGxvY2FsaG9zdDAeFw0xMDAxMjEw MTQ0MThaFw0xMTAxMjEwMTQ0MThaMIGLMQswCQYDVQQGEwJCUjETMBEGA1UECBQK U8OjbyBQYXVsbzELMAkGA1UEBxMCU1AxFTATBgNVBAoTDExlYW5kcm8gTFREQTEN MAsGA1UECxMETWFpbDESMBAGA1UEAxMJbG9jYWxob3N0MSAwHgYJKoZIhvcNAQkB FhFsZWFuZHJvQGxvY2FsaG9zdDCBnzANBgkqhkiG9w0BAQEFAAOBjQAwgYkCgYEA yCX09Doe3bfFwrmGjAA3cDOUC47vuOVUkWzlnkX2e7nWN7J13amFHtBFXG2YunEs wPEm5VZMMtjq5fhmKdcw+y6U2Lf6iS1Q5vEutuY/L2XbHlzctMFbasqkuVO8H0oB Lqg9zTuRfx/BJ7BmhrWZMKYMYbP/PbFGejMrhMUzcp0CAwEAAaOB8zCB8DAdBgNV HQ4EFgQU6s23dwSaSIO2CRXnzSqRCfbJLyQwgcAGA1UdIwSBuDCBtYAU6s23dwSa SIO2CRXnzSqRCfbJLyShgZGkgY4wgYsxCzAJBgNVBAYTAkJSMRMwEQYDVQQIFApT w6NvIFBhdWxvMQswCQYDVQQHEwJTUDEVMBMGA1UEChMMTGVhbmRybyBMVERBMQ0w CwYDVQQLEwRNYWlsMRIwEAYDVQQDEwlsb2NhbGhvc3QxIDAeBgkqhkiG9w0BCQEW EWxlYW5kcm9AbG9jYWxob3N0ggkApjVfNyeNRbcwDAYDVR0TBAUwAwEB/zANBgkq hkiG9w0BAQUFAAOBgQCl6+gzbq4gQfE/W5NYCX1S/bsNFaGaDoSr8nzibF++3NeI CjgtDciimmSb330AJE1GSC9xqvLF86LV2wvIw3W6eR7+YYgGfoPv2eOnGO/djsKM /0MvPoUjJPfP9k2RftyYQMaKPMXGtGGCWnlm6bUade9wq4BdBYkKRp42Rb83qQ== -----END CERTIFICATE----- subject=/C=BR/ST=S\xC3\xA3o Paulo/L=SP/O=Leandro LTDA/OU=Mail/CN=localhost/emailAddress=leandro@localhost issuer=/C=BR/ST=S\xC3\xA3o Paulo/L=SP/O=Leandro LTDA/OU=Mail/CN=localhost/emailAddress=leandro@localhost --- No client certificate CA names sent --- SSL handshake has read 1072 bytes and written 316 bytes --- New, TLSv1/SSLv3, Cipher is AES256-SHA Server public key is 1024 bit Compression: NONE Expansion: NONE SSL-Session: Protocol : TLSv1 Cipher : AES256-SHA Session-ID: 0DF03B0D70244E8A4E357504AEB010FCCBF02977E1B530FC8E2F47057AB5D949 Session-ID-ctx: Master-Key: 5E124A87C6BAE38AFF3CA2F78EBDB9A989E988B005AB596D7FCF7D93B48D7FD1C4F1FCAEA325DC48137D0EBC23DDBB4A Key-Arg : None Start Time: 1264038343 Timeout : 300 (sec) Verify return code: 18 (self signed certificate) ---
Pronto, seu HTTPServer com SSL está funcionando. Obviamente, nenhum dos métodos está sendo implementado, mas isto é facilmente de se fazer. O BaseHTTPServer, por padrão não implementa nenhum método, sendo assim, para facilitar você pode extender o SimpleHTTPServer que já implementa os métodos do_GET e do_HEAD, a única coisa que é necessário fazer é implementar os outros método desejado, como do_POST, do_PUT, do_DELETE, etc. Verifique a documentação!
É isso aí galera!!
Referencias
http://docs.python.org/library/ssl.html
http://docs.python.org/library/basehttpserver.html
Replicação Multi-Master no OpenLDAP 2.4
Posted by admin in Software Livre on November 15th, 2009
As versões mais antigas, era possível efetuar a replicação somente via slurpd e na configuração Master para N Slaves. Com o lançamento da versão 2.4, o OpenLDAP passou a proporcionar diversas formas de replicação, como Mirror Mode, N-Way Multimaster e ainda Master-Slave.
Este pequeno tutorial, explica de forma rápida a configuração para Alta-disponibilidade (N-Way Multimaster) para OpenLDAP 2.4, que sempre foi uma das principais solicitações da comunidade.
Configurando do Slapd
Fazer o setup manual do slapd.conf, ex:
# schemas include "/usr/loca/etc/openldap/schema/core.schema" include "/usr/loca/etc/openldap/schema/corba.schema" include "/usr/loca/etc/openldap/schema/cosine.schema" include "/usr/loca/etc/openldap/schema/inetorgperson.schema" include "/usr/loca/etc/openldap/schema/misc.schema" include "/usr/loca/etc/openldap/schema/nis.schema" include "/usr/loca/etc/openldap/schema/openldap.schema" moduleload back_bdb database bdb suffix "ou=Mail, o=Teste" rootdn "cn=root, ou=Mail, o=Teste" rootpw directory /var/db/openldap-data # Indexes index objectClass eq index cn,uid,associatedDomain eq
Feita a configuração básica, é necessário converter o arquivo de configuração para o novo “estilo” de configuração para o OpenLDAP 2.4. Isto pode ser feito com o commando slaptest.
root# mkdir /usr/local/etc/openldap/slapd.d/ root# slaptest -f /usr/local/etc/openldap/slapd.conf -F /usr/local/etc/openldap/slapd.d/
Serão gerados os arquivos de configuração da versão 2.4 do OpenLDAP.
É necessário também alterar os seguintes arquivos adicionando os seguintes atributos (em todos os nós):
Em /usr/local/etc/openldap/slapd.d/cn=config.ldif:
# alterar o número para cada nó olcServerID: 1
e
Em /usr/local/etc/openldap/slapd.d/cn=config/olcDatabase={0}config.ldif:
olcRootPW: <senha>
A partir daí, o serviço deve ser iniciado.
Configurando a replicação
Com o novo tipo de configuração, tudo deve ser feito via arquivos LDIF e alterados na database cn=config do OpenLDAP, via ldapmodify.
Crie o um arquivo setup.ldif com o seguinte conteúdo:
dn: cn=config changetype: modify replace: olcServerID olcServerID: 1 ldap://<server1> olcServerID: 2 ldap://<server2> dn: olcOverlay=syncprov,olcDatabase={0}config,cn=config changetype: add objectClass: olcOverlayConfig objectClass: olcSyncProvConfig olcOverlay: syncprov dn: olcDatabase={0}config,cn=config changetype: modify add: olcSyncRepl olcSyncRepl: rid=001 provider=ldap://<server1> binddn="cn=config" bindmethod=simple credentials=secret searchbase="cn=config" type=refreshAndPersist retry="5 5 300 5" timeout=1 olcSyncRepl: rid=002 provider=ldap://<server2> binddn="cn=config" bindmethod=simple credentials=secret searchbase="cn=config" type=refreshAndPersist retry="5 5 300 5" timeout=1 - add: olcMirrorMode olcMirrorMode: TRUE
Adicionar ao diretório
root# ldapmodify -x -D"cn=config" -w -f setup.ldifIsto fará a replicação da database “cn=config”. Fazer o mesmo processo no LDAP SLAVE.
Replicando a base de dados “ou=Mail,o=Teste”.
A base de dados cn=config, é importante pois desta forma, todos os nós serão configurados automaticamente, quando for feito o setup para a replicação da base “ou=Mail,o=Teste”, que possui os dados importantes.
Criar um arquivos data.ldif:
dn: olcDatabase={1}bdb,cn=config changetype: modify add: olcMirrorMode: olcMirrorMode: TURE add: olcLimits olcLimits: dn.exact="cn=root,ou=Mail,o=Teste" time.soft=unlimited time.hard=unlimited size.soft=unlimited size.hard=unlimited #replica 1 add: olcSyncRepl olcSyncRepl: rid=003 provider=ldap://<server1> binddn="cn=root,ou=Mail,o=Teste" bindmethod=sinple credentials=secret searchbase="ou=Mail,o=Teste" type=refreshOnly interval=00:00:00:10 retry="5 5 300 5" timeout=1 #replica 2 add: olcSyncRepl olcSyncRepl: rid=004 provider=ldap://<server2> binddn="cn=root,ou=Mail,o=Teste" bindmethod=sinple credentials=secret searchbase="ou=Mail,o=Teste" type=refreshOnly interval=00:00:00:10 retry="5 5 300 5" timeout=1 # Habilita o syncprov dn: olcOverlay=syncprov, olcDatabase={1}bdb,cn=config changetype: add objectClass: olcOverLayConfig objectClass: olcSyncProvConfig olcOverlay: syncprov
Feito isso, adicionar os dados no Diretório:
root# ldapmodify -x -D"cn=config" -w -f data.ldifPronto! Está funcionando!
IMAP Proxy
Posted by admin in Software Livre on June 30th, 2009
IMAP Proxy
Parece óbvio, mas poucos se lembram da possibilidade, de “cachear” as conexões IMAP em uma única, a fim de diminuir as requisições IMAP vindas por HTTP (webmails, em específico), pois como o HTTP é um protocolo “stateless”, ou seja, não mantém uma conexão persistente e automaticamente cada REQUEST é uma nova conexão IMAP em seu servidor.
Para resolver isto, existe a solução de Proxy IMAP. Existem alguns software para isto, mas no momento estou usando o “imapproxy” que pode ser baixado no site do projeto, www.imapproxy.org.
O software é extremamente simples e intuitivo, não precisando de mais de 10 minutos pra entender e colocar no ar.
A característica principal do software é manter uma conexão única por usuário. Ele mantém as credenciais enviadas pelo client cacheadas e uma conexão persistente com o servidor IMAP.
Instalação
Baixe o software no site do projeto:
1 | user ~/ $ wget http://www.imapproxy.org/downloads/up-imapproxy-1.2.6.tar.gz |
O imapproxy depende de ncurses para compilar, então, baixe-o e instale-o!
Compile-o e instale-o, ou então busque o pacote da sua distro.
Para os Slackers de plantão:
1 2 3 4 5 | user :~$ tar xvzf up-imapproxy-1.2.6.tar.gz user :~$ cd up-imapproxy-1.2.6/ user :~/up-imapproxy-1.2.6$ ./configure --prefix=/usr --sysconfdir=/etc --localstatedir=/var user :~/up-imapproxy-1.2.6$ make user :~/up-imapproxy-1.2.6$ sudo make install |
Instalado, a configuração é extremamente simples, mas vou explicar algumas delas.
O arquivo de configuração de acordo com nossa instalação estará em /etc/imapproxy.conf.
1 2 3 4 5 6 7 | server_hostname 200.x.x.x # Este será o servidor de destino cache_size 100 # Número de conexões máximas que poderão ser "proxyadas" listen_port 143 # Onde o imapproxy escutará as conexões # listen_address 127.0.0.1 # Neste caso se indefinido (comentado), irá escutar todas os endereços. server_port 1143 # Porta do servidor de destino, neste caso, estou usando o IMAP em uma porta diferente. cache_expiration_time 300 # Tempo do cache em segundos proc_username mail # Usuário que irá rodar o processo do imapproxy |
Para configuração básica (provavelmente a maioria dos casos), estes parâmetros serão os utilizados, mas existem alguns poucos a mais que poderão ser alterados de acordo com a necessidade.
Para iniciar o serviço é somente executar o daemon:
1 | user ~$ sudo imapproxy |
Pronto, seu IMAP Proxy está no ar!

